Voltando à adaptação do Miguel à nova escola,
todo o ambiente escolar foi preparado para a chegada dos novos alunos,
independente da idade, mesmo que nas primeiras semanas a turma tivesse que dar
uma pausa na programação. O cuidado com o coração e mente destes pequenos, o
carinho com o qual foram recebidos, tudo isso só me leva a crer que estamos
moldando adultos mais bem preparados para os desafios e “ambientes hostis” do
futuro, sim, porque a vida, o mundo, não é cabinha montada no centro do quarto,
e por mais que queiramos estar e sejamos presentes, não poderemos “dar colo”
para o resto de suas/nossas vidas. Como tudo começou?
Enquanto revia vídeos e fotografias do meu pequeno de 4 anos (hoje com 7), que teima em crescer mais rápido do que eu consigo acompanhar, aproveitei para reler os diários que fiz desde a gravidez aos dias de hoje sobre cada momento (que julguei importante, essa ideia eu tive com a minha sogra que até hoje guarda escritos sobre fofurices do meu marido quando criança) registrado para que as trapaças da memória não as apagassem.
Foi neste caminho de reviver o passado que me descobri saudosa e percebi que precisava compartilhar as lembranças antes que esmaecessem sob a luz do dia a dia. Então, resolvi que postaria para amigos, familiares e outros curiosos do mundo pedaços desta minha vida, e ainda de lambuja deixar para o meu pimpolho histórias sobre ele mesmo para que um dia leia e sinta como foi esta jornada de chegar ao mundo e traçar seus próprios caminhos.
Espero que gostem e se emocionem um pouco, assim como eu ao revisitar minha história, e se entusiasmem para fazer uma visita à história de vocês. Sejam bem vindos às "histórias sobre meu filho".
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
Ainda fazendo adaptação…
Voltando à adaptação do Miguel à nova escola,
todo o ambiente escolar foi preparado para a chegada dos novos alunos,
independente da idade, mesmo que nas primeiras semanas a turma tivesse que dar
uma pausa na programação. O cuidado com o coração e mente destes pequenos, o
carinho com o qual foram recebidos, tudo isso só me leva a crer que estamos
moldando adultos mais bem preparados para os desafios e “ambientes hostis” do
futuro, sim, porque a vida, o mundo, não é cabinha montada no centro do quarto,
e por mais que queiramos estar e sejamos presentes, não poderemos “dar colo”
para o resto de suas/nossas vidas.
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